No Areeiro... de novo

 

Se tiver um cão ou um gato é muito mais fácil ir de férias do que se tiver uma horta! O gato fica pelos telhados e lá toma conta de si, o cão podemos eventualmente levá-lo connosco ou então deixá-lo no canil (modernamente designados por hotéis para os ditos bichos) mas com uma horta o caso é bem diferente!  Soluções: pedir à vizinha  para regar, o que no meu caso é impossível pois a as minhas não têm horta, logo não percebem do assunto; ter um sistema de rega gota a gota e deixá-lo programado o que no entanto não é absolutamente eficaz salvo em pleno verão. Porquê? Porque  é impossível programa-lo de forma a regar quando não chove e a desliga-lo quando esta cai! Claro, isto numa pequena horta/jardim/pomar como é o meu caso, porque evidentemente na agricultura a sério há sistemas com sensores que analisam a humidade do solo e de acordo com esta ligam e desligam!

 

 Mas vamos lá, o meu programador ficou marcado para funcionar em todo espaço, incluindo os aspersores, duas vezes em 24h o que se mostrou demasiado já que não fez calor e portanto como cresceu o que estava plantado cresceu erva como há muito não via! Tanta, que os amores-perfeitos, as petúnias e as malvas dos canteiros quase não se viam!

 

A horta essa não deu por falta da dona, os tomateiros que deixei aí com uns 20cm, em 12 dias cresceram tanto que quase chegaram à altura dos feijoeiros que entretanto treparam até aos apoios que os costumam sustentar.

As folhas das courgets  e das abóboras estão de tal maneira grandes que cobrem em absoluto o espaço que lhes foi dedicado e só os pepinos e as melancias estão pouco desenvolvidas. Os chu-chus também treparam pela ginjeira que este ano não deu um quilo de ginjas!

 

Da próxima vez darei conta do que aconteceu com as minhas árvores de fruto…

 

 

Os tomateiros...

 

 

 

 ... três couves...

  

 

 

... as abóboras...

 

 

 

 

...as courgetes. 

 

 

 

 

publicado por naterradosplatanos às 22:33 | link do post | comentar