As romãs do Areeiro

 

 

 

A chuva chegou e foi preciso colhe-las todas! Eram bastantes, mais de duas dúzias, enormes com enormes “rubis” no seu interior.

 

Lembro como quando miúda o fascínio que em nós exerciam mas, as que se vendiam lá por Bragança eram pequenas e os bagos minúsculos comparados com os das minhas, sim porque a mais pequena pesava 410 gramas e as duas maiores respetivamente 710 e 740!

 

A chuva é inimiga da sua conservação pois abre-as e depois ou veem os pássaros, aqueles eternos malandros, ou então o bolor, provocado pela humidade, que destrói todo o interior.

 

Assim sendo colhi-as e tenho-as lá estendidas à maneira de como se fazia antigamente com as maçãs, as peras e as uvas, estas últimas penduradas num sítio seco e assim duravam para lá do Natal!

 

 

 

Aqui  estão elas…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por naterradosplatanos às 12:30 | link do post | comentar