Sexta-feira, 16.11.18

“Diários do nada” (30)

 

Quando eu fazia horta, sentias como uma verdadeira praga que atacavam os meus dois ou três pés de couve, exato, estou a falar da borboleta da couve - branca com duas pintas pretas nas asas.

Estas borboletas que põe os ovos nas páginas inferiores das couves, dai nascem umas larvar pretas que de um dia para o outro devoram todo o limbo de uma folha, deixando apenas as nervuras absolutamente descarnadas!

 

Como já não faço horta, vejo-as agora com outros olhos, gosto mesmo de as ver esvoaçar de flor em flor nas minhas buganvílias!

 

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Quinta-feira, 15.11.18

O que vestimos é o que nos separa!

 

 

 

Não, não é o que eventualmente estão a pensar!

 

No céu havia uma nebelina ténua e sim, a temperatura também era amena...

Algures no litoral algarvio pelo fim da tarde, passeávamos nós e eles.

Não era a idade nem tão pouco a cor dos nossos cabelos que nos separava... o que nos separava, era sim o que vestíamos nestes meados de Novembro!

 

 

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Terça-feira, 13.11.18

”Diários do nada”(29): catching pick pockets

 

 

Andar de metro até lá para as nove e meia da manhã é difícil já que só nos resta encolher-mo-nos num qualquer canto e simultaneamente estar atenta à carteira...

 

Desta vez ou a senhora ia muito distraída ou então era uma mulher polícia “descaracterizada”, para apanhar algum carteirista que tivesse o costume de andar por aquelas paragens!

Vejam só como ela levava a carteira:

 

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Estive vai não vai para lhe dizer: “minha senhora, desculpe, leva a carteira aberta!” 

Assim teria percebido se seria ou não. Realmente não o fiz porque a certa altura ela conseguiu um lugar, sentou-se, colocou a carteira no colo e não fez menção de a fechar! 

 

Fiquei pois convencida que andava por ali  para apanhar alguém em “flagrante delito”!

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Domingo, 11.11.18

“Diários do nada” (28) : atenção batráquios!

O dia estava de chuva mas como não tínhamos pressa optamos pela N4. 

A N4, quando não tem muito  movimento é muito agradável, talvez porque muitas vezes o que está ao longo da estrada suscita a nossa curiosidade e até o nosso sorriso.

Hoje deparei-me com um sinal de perigo que jamais tinha visto! Estamos habituados a ver no interior do sinal triangular por vezes um veado, que generaliza o aviso de “caça grossa” (assim diz o código da estrada) ou então a de um bovino que avisa da possível presença dos mesmos.

Hoje o que eu fotografei é a avisar o perigo da passagem de batráquios!!!

 

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Quinta-feira, 08.11.18

Diários do nada (27): os meus(?!) dióspiros

 

Adoro dióspiros, mas não os que agora se vendem nos supermercados que são tão duros que nem uma maçã!

Eu gosto dos meus que quando maduros são macios, doces, gelatinosos e de um sabor delicioso! 

Se calhar repararam no (?!) que coloquei a seguir a “meus”, sim, teoricamente são meus...  em parceria com os pássaros, como podem ver!

 

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Terça-feira, 06.11.18

“Diários do nada” (26): as minhas romãs

Eu já tinha previsto que às primeiras chuvas as romãs iam rebentar! Sim, eu reguei a romãzeira durante todo o verão mas mesmo assim não foi suficiente. 

Não é por acaso que se ouve dizer que não há rega como a que cai do céu!

 

As minhas romãs são daquelas antigas, que nada têm a ver com as dos supermercados que são todas iguais e nunca abertas... as minhas são de todos os tamanhos e rara é aquela que deixa de me “sorrir”, além disso são de uma doçura imensa!

 

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Segunda-feira, 05.11.18

A “Fall” na Praceta

 

Vivi 10 anos na Praceta, na altura não tinha árvores, mas também não tinha carros, só os dos poucos que nela moravam. Por isso os meus filhos brincaram por lá, por lá andaram de bicicleta e nela esfolaram muitos joelhos!

Mais tarde, já depois de nós termos saído requalificaram-na como agora se diz: colocaram-lhe um lago quadrado, (mas os lagos não são redondos?) com um repuxo, que pelo menos hoje não funcionava, uns bancos de cimento(!), calcetaram a pequena parte central e plantaram algumas árvores.

Hoje quando lá fui, induzida pelo comentário da Luísa ao meu último post, dei com uma praceta que se tornou num parque de estacionamento gratuito!

 

As árvores, agora com a sua folhagem outonal perdem-se... sim a Luísa vê-as logo pela manhã quando ainda está vazia e por isso se pode deslumbrar com elas...

Eu, fiquei desiludida!

 

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Quinta-feira, 01.11.18

Não! Catarina...

 

... não é a Fall do seu Canadá, eu sei, mas eu que me apaixonei por essas paisagens indescritíveis, procuro aqui, deste lado do Atlântico, vislumbrar os vermelhos, os amarelos, os dourados das suas imensidades!

 

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Segunda-feira, 29.10.18

Mindfulness: uma experiência diferente

 

Quando eu tinha à minha frente trinta pares de olhos a cada hora que passava, certamente que a sua prática ter-me-ia ajudado em algumas situações. Sim, naquelas situações em que só me apetecia “bater”em todos porque, apesar de ter sido muito feliz e até abençoada em 36 anos de profissão... também os houve.

 

Aprender o controle de nós mesmos, ser donos da nossa mente, que se não disciplinada nos torna seus reféns, evitar o stress e dar-nos controle das nossas atitudes, tornar-nos mais tolerantes... é o objetivo desta prática.

 

Durante oito semanas em duas horas e meia, todas as 4ª feiras, aprendi que é possível se aprendermos a “estar presentes”. 

Se me perguntarem se é fácil, eu digo que não o é tanto quanto parece... é preciso treino, disciplina mental e muito querer!

 

A experiência foi boa mas claro, agora tudo depende de mim, da minha resiliência na prática do Mindfulness. 

 

Prometo que me vou esforçar!

 

 

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Domingo, 28.10.18

O nosso Périplo...(2)

 

Sempre a pé, depois de vaguearmos pela quadrícula do Bairro Alto, bairro que após o terramoto/maremoto de 1755 assim foi planeado para, no cimo de uma “colina”, estar a salvo de um novo episódio...

 

Um banco de jardim esperava-nos no Príncipe Real, jardim de traçado romântico tão típico do século XIX... um cedro centenário ocupa-lhe centro, porém não é só este que nos capta a atenção mas também uma árvore  totalmente florida no seu esplendor tropical embora em pleno Outono! É uma “Ceiba speciosa” de que uma vez já falei no post Jardins”secretos”

 

Com esta é a quinta que conheço das espalhadas por esses jardins de Lisboa, e no caso de alguém se querer deslumbrar, em pleno Outono, provavelmente com as únicas árvores floridas, aqui ficam os lugares:

Campo das Cebolas, Jardins do Museu de Arte Antiga, Jardim da Praça da Alegria, Parque Eduardo VII e por fim esta do Jardim do Príncipe Real mas provavelmente haverá mais.

 

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Sentadas no banco e entre a contemplação e uma conversa que foi “como as cerejas” deixando assuntos a meio, lembranças pela metade, projetos a realizar... a hora de almoço chegou.

De antemão o Restaurante da Gulbenkian tinha sido o escolhido pois a sobremesa seria completada pelo passeio entre os inúmeros recantos...

 

Quando demos por ela o tempo tinha voado e eram horas da Fátima regressar á sua Coimbra... um abraço forte e um novo “Périplo” delineado!

publicado por naterradosplatanos às 19:22 | link do post | comentar | ver comentários (3)

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