Quinta-feira, 30.01.20

Nova roupa da Laurindinha...

 

Há muitos anos a Laurindinha teve direito a um post em que se contava a sua história e se mostrava ao lado do palhaço. Ora a Laurindinha passou nove anos no canto da janela da minha saleta e claro, com o sol inclemente do verão alentejano, foi-se desbotando e o vestido ás riscas cor de rosa foi passando por tons cada vez mais desmaiados... Um dia destes achei que estava na hora de lhe vestir um vestido novo e retocar a maquilhagem!

 

 

p.s. um dia destes faço-lhe uns sapatos novos pois também está a precisar, e meias novas também!

 

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Domingo, 26.01.20

“Periplar”...

 

Eu e a F. inventámos esta palavra para referir a nossa ação de passear, que embora tendo um destino se faz ao acaso: virar à direita, mas porque não à esquerda? Escolher a rua que sobe ou a que desce?

 

Na  6ªf voltamos a optar por Cascais porque da última vez que lá estivemos não tivemos oportunidade de ir à Casa das Histórias dedicada essencialmente a estudos de Paula Rego. Mas como o nosso “periplar” se faz tão, mas tão devagar, nunca conseguimos cumprir o programa (quando existe) na sua totalidade - desta vez ficou a subida ao Farol!

O boletim meteorológico do dia anterior falava em chuva, mas nada que nos assustasse ou fizesse desistir. Afinal tivemos sorte já que o céu, embora nublado, não deixou cair uma gota de chuva!

Foram sete horas de conversa, a tal conversa que é como as cerejas e que a cada momento  volta a trás e segue de novo em frente!

 

O próximo “periplar” será tão rápido quanto a vida profissional dela o permitir.

 

Aqui fica uma fotografia que fizemos e que não podia ser melhor para ilustrar esta palavra que nós inventámos...

 

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Segunda-feira, 20.01.20

Diários do nada (63): para norte e para sul

Para norte estava assim:

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Para sul desta maneira:

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Quarta-feira, 15.01.20

“Corteo”: O circo dentro de uma história

 

O Cirque du Soleil é um circo temático e portanto tudo o que se passa dentro da arena tem o fio condutor de uma história.

 

"Corteo", que significa Cortejo em italiano, dá início ao espetáculo. É um cortejo que junta todas as figuras próprias do circo: malabaristas, palhaços, equilibristas, acrobatas,palhaços... que atravessam o palco com imensa alegria!

 

Eis a história dentro da qual está o Cirque du Soleil que fomos ver como presente de Natal dos nossos filhos:

 

 

O palhaço imagina o seu próprio funeral, numa atmosfera de festa e observado por anjos bons. Contrastando o grande e o pequeno, o ridículo e o trágico, a magia da perfeição e o charme da imperfeição, o espectáculo evidencia a força e a fragilidade do palhaço, mas também a sua sabedoria e ternura, para ilustrar o aspecto humano de cada um de nós. A música, às vezes lírica, às vezes divertida, transforma Corteo numa festa intemporal onde a ilusão brinca com a realidade. (Imprensa)

 

Assim, enquanto o palhaço vai “subindo aos céus” com a ajudas de anjos etéreos, que parecem voar no vazio da cúpula, cá em baixo vão-se sucedendo os números próprios de qualquer circo...mas sempre num ambiente de magia!

 

As fotografias que fiz são medíocres e apenas servem para eu relembrar, muito mais tarde, que fui...

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Muito melhor aqui:


https://youtu.be/ajB8hcmjvFk

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 14.01.20

Circos da minha infância...

Não me lembra quando foi a primeira vez que fui ao circo! Devia ser muito pequena já que quando os circos chegavam, assentavam arraiais sempre muito perto da nossa casa e era pois natural que o nosso pai nos levasse.

Porém do que me lembro é de uma decisão da minha mãe quando um dia chegaram, simultaneamente, á cidade dois circos: um circo “pobre”, pequeno em tamanho e onde a família, pais e filhos eram os únicos artistas, o outro, o circo “rico”, grande, encimado por bandeiras coloridas, gaiolas com animais e toda a parafernália que estes espetáculos costumam trazer...

 

Lembro-me  perfeitamente da contorcionista ser a mãe em conjunto com uma filha adolescente! Não havia o palhaço rico, só o palhaço pobre que fazia rir a pequena plateia que se sentava nuns bancos corridos... havia também um cãozito, suponho que um “caniche” que empurrava um carrinho... e mais não me lembro! Sim, nós fomos ao circo, mas ao “circo pobre” pois, segundo a minha mãe era esse que precisava de ser ajudado!

 

Ontem, voltei ao circo... fomos ver o “Cirque du Soleil, presente de Natal dos nossos filhos!

Tendo nós estado mais de um ano na cidade que viu nascer este maravilhoso espetáculo, não sei como nunca o fomos ver!

É realmente um circo diferente e é a extraordinária criatividade que o torna inegualável!

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publicado por naterradosplatanos às 20:23 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Quinta-feira, 09.01.20

Diários do nada (62): kiwis

 

Este ano a minha colheita foi jeitosa, sobretudo pelo tamanho!

Aqui ficam eles:

 

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Terça-feira, 07.01.20

Comprei um Globo!

 

 

Quando tinha uma sala de aula só para mim e para os meus alunos tinha três, num deles até se podia escrever com giz já que era negro e apenas tinha o contorno dos continente. Era muito prático para explicar latitudes e longitudes, situações relacionadas com a dinâmica da atmosfera e muito mais.

Por isso nunca tive um meu e talvez por haver dois Atlas cá em casa nunca senti necessidade!
Não sei porquê, um dia destes pensei que precisava de um Globo e assim aqui está  ele sempre pronto a ser usado...

 

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Entretanto assinalei nele todos os lugares que já visitei e conclui que ficam todos entre as latitudes 23ºN (Key Islands-Florida) e os 68ºN (Narvik-Noruega) e entre as longitudes de 123ºW (Califórnia) e 29ºEste (Istambul).

Se há lugares que ainda sonho visitar, digo que não o que não significa que queira encerrar as minhas viagens, não, não encerrei, só que eu agora tenho mais  prazer em voltar aos sítios onde já estive mesmo que seja pela, 2.ª,3.ª ou 4.ª vez!

Tolice dirão, mas o facto é que voltando eu aprecio sempre mais!

 

 

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publicado por naterradosplatanos às 17:42 | link do post | comentar | ver comentários (5)
Sexta-feira, 03.01.20

Dos Fortios trouxe um livro sobre a Austrália!

 
 
A Clélia veio visitar-nos! 36 horas de viagem atravessando continentes, muitas horas de voo, muitas horas de espera em aeroportos, mas quando as saudades são muitas “não há longe nem distâncias”...
Quando o tempo é escasso e muitos a abraçar qualquer hora é boa! O nosso encontro foi cedo pela manhã, 9:30 nos Fortios - a manhã estava de sol e a nossa conversa foi pelas ruas, na tranquilidade da aldeia... Pusemos a conversa em dia? Não, nunca se põe! Mas pudemos ver-nos e abraçar-nos e esperarmos por uma próxima vez! Entretanto conversamos em horários trocados (pelo WhatsApp) já que são 11horas de diferença horária!
Era meio-dia, então ao despedir-me recebi um belíssimo livro sobre a Austrália, certamente escolhido a pensar que eu fui sua professora de Geografia!
Obrigada Clélia!
 

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Quarta-feira, 01.01.20

Avenida de Roma: 7:30

 

A avenida estava deserta e envolta num nevoeiro fino... a minha função de babysitter tinha terminado. As crianças que na noite anterior tiveram permissão de ir para a cama um pouco mais tarde, (não sem antes fazermos a nossa passagem de ano antecipada de duas horas!) ainda dormiam... a avó, sorrateiramente, fez-se à avenida silenciosa...

Ao longe um e outro vulto... cruzei-me com elas e acho que apesar de muito novas não vinham de nenhum “réveillon,” mas talvez de fazer o mesmo que eu!

 

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