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No Areeiro e por aí...

No Areeiro e por aí...

29.04.21

Nomadland...


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Há uns dois anos que não ia ao cinema, mas hoje resolvi antecipar-me ao fim do estado de emergência e  desconfinar-me ! Para “celebrar”  sentei-me na sala escura de um cinema...

Fui ver o filme, não por ter tido três Óscares mas porque sabia que era passado em paisagens americanas que conheci e que tanto me impressionaram.

Fisicamente o filme é conduzido pela Estrada. É a estrada, no sentido genérico que é o suporte de uma história minimalista, de enredo simples, protagonizado também por uma alma simples!

A maior parte do filme passa-se nas áreas desérticas e pedregosas do Estado do Nevada se bem que a vida errante da protagonista também passe pela outra América verde! Porém é no deserto que se fomentam as suas amizades, pese a vida nómada de todos os que neles param.

Há muitos anos na nossa inconsciência atrevida metemo-nos por elas:  uma sensação de  receio e deslumbramento sucediam-se...


Assim uma estrada sem fim, que parecia terminar num horizonte longínquo de montanhas descarnadas aparece no ecrã... é aqui que filme Nomadland começa e onde irá terminar!

25.04.21

As rosas da minha vizinha da frente...


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No princípio de estarmos no Areeiro ainda plantei rosas mas logo desisti. Não gosto de rosas? Claro que gosto, só que as rosas são muito efémeras... os botões logo se abrem e as rosas se desfolham... além disso precisam de tratamento para o míldio e oídio que as ataca com facilidade, deixando-as sem graça!
Hoje passei ao lado das da minha vizinha e só as rosas em si estavam bonitas, na ponta dos ramos já com poucas folhas.

Ei-las:

E já agora..."a rosa que não quer ser mais rosa"

https://youtu.be/nhz3o60eS6Q

 

20.04.21

Post para a Rosa dos Ventos


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Este post é para a RV a propósito de um post dela com uma fotografia de uma "esteva"

Provavelmente quem não passeou no campo em plena primavera não as identificará. A Esteva, que no Alentejo se designa de Xara, é uma planta mediterrânea e faz parte do conjunto de plantas designado por maquis, e como tal cheirosa; os seus caules e folhas estão revestidos por uma espécie de resina pegajosa que evita a perda de água...

Aqui fica a folha do Google que a descreve:

 

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20.04.21

Primavera na Azinhaga


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Já fez um ano que começámos os nossos passeios na Azinhaga, passeios que só interrompemos durante os dias abrasadores do Alentejo. Ou em ausência do Areeiro. Assim sendo vamos na 2.ªPrimavera! A Azinhaga está de novo verde, aqui e ali giestas amarelas e mais além uma ou outra papoila...

Assim:

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06.04.21

Esplanando...


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Esta palavra não existe no dicionário apesar da Esplanada existir...

Eu gosto dela e não vejo porque dela não se possa formar o verbo “esplanar” que não teria nada a ver com “explanar” (esta sim, está no dicionário), mas com a ação de ir para a esplanada, sentar-se na esplanada, apanhar sol na esplanada, passar a tarde na esplanada e por aí...

 

ESPLANANDO é o nome da esplanada aqui perto de casa e que ontem como todas  saiu à rua!

Realmente hoje tudo parecia mais alegre, mais leve, se bem que ainda não estivessem tão compostas como virão a estar, isto, se tudo correr bem...

Porém há sempre o peso de um SE sobre as nossas cabeças, tal como a espada de Democles...

 

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02.04.21

Pão de Ló


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Ontem a GLOVO bateu-nos à porta e deixou-nos uma caixa e nela um grande Pão de Ló de Margaride, enviado por alguém que nos é muito querido!

Com ele vieram-me também memórias de infância...
Por esta altura, éramos nós meninas, todos os anos o meu pai recebia um enorme Pão de Ló, também de Margaride. Era um grande amigo que lho enviava e claro, fazia as nossas delícias já que então os bolos eram sempre feitos em casa. Nessa altura vinha (imaginem há quanto tempo foi!) pelos caminhos de ferro e numa caixa de madeira! Hoje vem numa bonita caixa de cartão em castanho e amarelo com um laço a condizer, e chega-nos à porta pelos modernos meios que a pandemia fez florescer!


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02.04.21

Um banho relaxante


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Um dia destes falava eu com a Ana ao telefone, quando de lá ouvi: quero falar com a avó! Terminada a conversa com a mãe, o Rodrigo veio ao telefone e diz de lá: ó avó, quero pedir-te um grande favor (o Rodrigo é muito teatral), um grande favor mesmo... pede à minha mãe que me deixe tomar um banho relaxante!

Claro, lá consegui que um banho que seria de chuveiro passasse a um banho de imersão numa banheira cheia de espuma!!