Diário da minha “prisão”: ?º dia

 

Já não sei há quantos dias dura, deixei de os contar pois parece que se vão estender por meses e por isso não vale a pena! Sim eu sei que agora se pode sair tendo as devidas precauções, mas não é o mesmo pois, saio a fazer o quê? Ir ao supermercado, à farmácia, ao correio não é sair! Sair para mim é andar por aí, estar aqui, estar além a quilómetros de distância, ir para Norte para Este... atravessar o Atlântico! Ora como nada disto posso fazer, tanto me dá que haja quarentena como não!

Dirão que sou muito ambiciosa e talvez tenham razão, que devo pensar naqueles que não têm tido as extravagâncias que, neste sentido, eu tenho tido! Talvez por as ter tido  lhe sinto a falta pois é verdade que “não se sente falta daquilo que se desconhece”!

Se sairmos disto em condições de saúde, tenho prometido um ano “on the air” nas devidas proporções, claro está!

 

Até lá, demore o que demorar tenho que me contentar com os passeios na Azinhaga, onde hoje tirei esta fotografia:

 

 

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publicado por naterradosplatanos às 17:40 | link do post | comentar