“Diários do nada”(11): neste verão inclemente

Para lá do  meu muro o verão pare ser ainda mais inclemente, a erva desapareceu e as cabras que a D. Maria José todos os dias põe fora do curral, situado lá no cimo encosta, não encontram nada a não ser uma erva seca que continua a ressequir-se entre as oliveiras...

Uma cabra mais atrevida, desafiando a gravidade, vinga-se nos ramos de uma oliveira também  ela ressequida...

 

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publicado por naterradosplatanos às 15:39 | link do post | comentar