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No Areeiro e por aí...

No Areeiro e por aí...

29.05.20

Diário da minha “prisão”:? Dia


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Todos os anos dou aqui notícias de quando abre o "resort" do Areeiro o que sempre depende do tempo meteorológico.
Este ano o calor chegou mais cedo e assim o Areeiro onde as restrições não chegaram já "abriu"!  Pensando melhor talvez venham a chegar já que não ouvi falar em nenhuma "marcação" para este verão!

Aqui vão as fotografias deste ano:

 

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27.08.19

Sim, terminou!


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A “saison”, no Areeiro, terminou... as “bombas” não voltarão a sentir-se, tal como a gritaria a elas associada e só para o ano este cenário se repetirá.

 

Como o sossego regressou, os pássaros voltam a atrever-se a visitar a figueira e a minha “vinha”...

 

E o cata-vento balança, sozinho, ao vento...

 

 

25.10.16

Não tenho raízes...


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Durante a viagem de ontem vim refletindo no facto de sentir que não tenho raízes!

A cidade que me viu nascer, viu-me deixá-la aos 17 a caminho da faculdade, depois a cidade que me "deu" um curso teve-me 5+ 5 anos, depois veio o Alentejo que me "tem" há 42 , porém sem nunca ter conseguido nela lançar verdadeiras raízes.

Meditando sobre isto concluí que na realidade eu só tenho aqui uma única raiz que me prende, a minha casa, aqui no Areeiro!

Pudesse eu transplanta-lá como faço com as árvores do meu pomar e eu não estaria aqui... ingratidão para esta cidade dirão. Sim, pois foi nela que passei dos dias mais felizes da minha vida: exercí a profissão que me preenchia, aqui criei os meus filhos sem preocupações, primeiro na pacatez da Praceta, depois no Areeiro. Tudo estava a dez minutos de casa, a escola, o colégio, a fábrica... e isso contribuiu para a vida calma que levámos  - assim uma espécie de linha reta onde tudo era mais ou menos previsível.

A escola acabou, a fábrica também, ficaram os conhecidos mas estes não contribuiram para criar raízes...

Assim temos apenas uma raiz que sendo tão forte nos mantém aqui, essa raiz é a nossa casa!

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06.02.15

Onde começa e acaba o arco-íris?


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 Hoje o dia foi daqueles que apelidam de "dia de bruxas" dias em que ora o céu está de um escuro violáceo, ora o sol brilha espreitando por entre as nuvens que sobem até à estratosfera, os chamados cumulonimbos, como tantas vezes ensinei aos meus alunos...

Os aguaceiros fortes e gelados, que hoje mais pareciam de neve, também lhe são característicos.

É nestas circunstâncias de tempo atmosférico que  a luz do sol se refrata e decompõe em " mil (7) cores" nas gotículas suspensas na atmosfera, aparecendo então os arco-íris.

 

Hoje, este visto de longe, "nascia" no Areeiro... onde terminava não sei!

 

 

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06.10.14

No Areeiro...


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Depois de dez dias por aí, aqui estamos de novo no Areeiro. O jardim estava muito "queixoso", a relva estava com um palmo, as petúnias secas pendiam já sem cor, folhas de outono arrastadas pelo vento acumulavam-se nos cantos... Isto do lado do olival que se estende para lá dos muros porque, do lado da frente estava como vêem

 

A buganvília continua exuberante até que os dias de chuva a dispam das flores...