Quarta-feira, 10.09.14

Meio ano depois...

Lembram-se daquela casa quase em ruínas com três orquídeas pendurada na fechadura da porta? Daquela história triste e simultaneamente cheia de ternura?

http://noareeiroeporai.blogs.sapo.pt/2014/01/22/

http://noareeiroeporai.blogs.sapo.pt/2014/02/05/

De passagem pelo Areeiro e numa volta à cidade, a minha irmã perguntou-me onde era a casa que tinha suscitado o meu post. Passamos lá.
Certamente quem ali deixou as orquídeas quis fazer mais pela memória de quem amavam e de um casebre quase em ruínas



apareceu uma pequena casa alentejana onde uma roseira teima em crescer!

publicado por naterradosplatanos às 10:58 | link do post | comentar | ver comentários (3)
Terça-feira, 04.02.14

Voltei lá...

... mas sem sucesso! Pergunta a Gracinha, no seu comentário, se não haverá um café por perto onde me possa informar. Não, não há! A rua que tem o pomposo nome de Avenida Machado Lacerda, não tem mais de 500 metros com casas só de um lado e umas três em ruína. Aquela em que bati que fica do lado direito, é uma casa unifamiliar bastante simples. Hoje quando lá fui, na esperança de que quem a habita fosse almoçar, e as persianas estavam meias abertas, mas ninguém respondeu...

Agora que perdi a vergonha de tocar à campainha amanhã voltarei lá.

publicado por naterradosplatanos às 20:32 | link do post | comentar | ver comentários (6)
Quarta-feira, 22.01.14

Que história contará?

Hoje saí pela manhã para fazer umas coisas, ir o correio, à farmácia e pouco mais. Como ontem o dia foi de chuva e a Estrela esteve cá, não tive nada para fazer, logo a tarde foi de sofá! Assim sendo hoje decidi que iria fazer tudo a pé e depois subiria até à Sé para estender as pernas... Saída da farmácia e decidi-me por outro percurso, que não o habitual, assim rumei ao Jardim da Corredoura para depois ir até lá em cima.

A meio da rua que leva ao jardim deparei com algo que me fez parar e ficar a pensar sobre quanto significado aquilo teria para alguém... Aqui-lo com que me deparei foi simplesmente isto: uma casa pobre, em quase ruína, uma porta com um postigo (única abertura para a rua) um buraco de correio atafulhado de publicidade (!!) e preso ao batente um lindo ramo de três orquídeas ! Fiquei  por momentos presa a olhar aquele cenário... saudade, agradecimento por dias felizes ali passados? Que momentos, certamente bons, aquela casa e quem nela habitou terá proporcionado a esse outro alguém que, certamente, com o coração cheio de saudades, ali as deixou?

 

 

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A casa, muito pequena, está ladeadas por outras desabitadas, também não vi por ali ninguém senão teria perguntado o que sabiam sobre esse alguém que ali teria deixado aquelas lindas quatro orquídeas!

publicado por naterradosplatanos às 19:38 | link do post | comentar | ver comentários (11)

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